Após duas apresentações
artísticas feitas em uma festa da Escola
de Samba Acadêmicos do Tucuruvi a convite
de “Lili”, coordenadora de eventos
da escola, Seu Jamil, presidente da escola,
convida a Cia Atlética Márcia
Janete para fazer parte da comissão
de frente da escola.
Desde
então a Comissão de Frente da
Acadêmicos do Tucuruvi fica por conta
da Cia Atlética Márcia Janete,
um grupo de Ginástica Acrobática
e Geral da cidade de Guarulhos que a cada
ano nos surpreende em seu desfile com coreografias
cheias de inovações, encanto
e magnitude.
Em
seu primeiro ano trouxe à avenida evoluções
magníficas de ginástica feitas
com imensas rodas de ferro, estilo rodas alemãs,
que traziam uma homenagem à todos os
ilustres sambistas que fizeram parte da história
do carnaval paulista.
No
ano seguinte a incrível coreógrafa
Márcia Janete Nunes Colognese encantou
a todos com 14 macaquinhos que, através
de pirâmides, mortais e tumblings ginásticos,
impressionaram a todos ao retratar Uberlândia
na avenida, deixando saudades e sendo lembrados
até hoje por todos.
Em
2003, ao falar de Tim Lopes, a comissão
foi à avenida com bandeiras, fazendo
evoluções em duplas, lançamentos
e molinetes. Resumindo, brilhou na avenida
assim como os anos anteriores.
No
ano de 2004 a comissão do "Pão",
como ficou conhecida, levou à avenida
um enorme pão de espuma em que, de
dentro, saía uma bandeira de aproximadamente
5m2 em que todos os integrantes a manipulavam
em determinados momentos para retratar a história
da cidade de São Paulo, fazendo movimentos
de efeitos visuais maravilhosos além
de pirâmides e coreografias encantadores
e de extrema expressão corporal.
No
ano de 2005 a Comissão de frente contou
com a participação especial
de 4 bailarinos e 1 bailarina da Cia de Dança
Edson Santos que, juntamente com 10 atletas
da Cia Atlética Márcia Janete,
representou a Floresta da Cantareira, trazendo
em seu enredo uma majestosa Fênix Verdejante.
Em
2006, 7 triciclos foram à avenida,
e em cada um deles, uma dupla de simpáticos
espantalhos encantavam e surpreendiam o público
que compareceu ao sambódromo. Esta
comissão também virou o alvo
da mídia ao cantar o refrão
do samba enredo na linguagem de sinais, mostrando
que a inclusão pode ser feita em todos
os momentos e lugares.
Em
2007 nossa comissão veio com um quadripé
representando as ervas e as sementes e contando
com a pequena Caroline, que se destacou ao
ser jogada várias vezes ao alto levando
o público ao delírio.